O Homem, no sentido verdadeiramente sexista da palavra, o espécimen masculino, é na realidade, e ao contrário do que pensa, um mero fantoche nas nossas mãos.
Nós, as mulheres, dizemos que os homens são todos iguais, que são todos uns cabrões, uns filhos da puta, uns acéfalos, insensíveis, etc. Ora bem minhas amigas, nós também somos todas umas vacas, umas putas, somos sensíveis demais e somos falsas.
Ora por muito que eu deseje explorar ambas as teorias, que na realidade, até me parecem desinteressantes, ia ser uma real perda de tempo. Então decidi por bem elaborar este post, inspirada por o livro “Guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres” de Isabel Stilwell, que vai explicar aos homens em geral, de forma sucinta, como funciona o mundo, a cabeça e todo o engenho da mulher.
A mulher tem no sangue o desejo por procurar o príncipe encantado. Mesmo não estando á procura de uma relação séria, e não o queira, a mulher idealiza frequentemente com a família perfeita, mesmo não a querendo naquele momento. Idealiza para mais tarde. Ou seja idealiza um homem perfeito para ela, não-perfeito, mas o que seja adequado para ela, com todos os defeitos que foram feitos para ela, e qualidades que a fazem sentir supostamente bem. Por isso é que temos tanta variedade, isso depois depende de pessoa para pessoa.
Ora quando uma gaja namora contigo, ela está-te a comparar mentalmente á tal imagem do príncipe encantado que tem vindo a formar desde miúda. Por isso, é que quando metes a pata na poça, ela faz um filme do caraças. Porque quando entras na vida de uma miúda, tu estás a entrar numa espécie de cast. Ela tem o cenário feito, tem os actores todos e so lhe falta o protagonista que ela tem idealizado na cabeça. Ora se ela quer um Bruce Willis e lhe aparece um Adam Sandler… Ela ainda é capaz de se divertir com ele durante um bocado, mas rapidamente a comédia farta. Nós queremos heróis, e não homens.
Se pensas que tens a gaja na mão, meu amigo, és tu que estás a ser muita bem enganado. Nós somos falsas, dissimuladas e muito muito manipulativas. Sabemos exactamente como brincar como vocês, como vos atingir, e claramente, temos a capacidade de formar tempestades em copos de água e fazermo-nos de vitima mesmo quando não temos razão. E a verdade, é que maior parte do sexo feminino ou não se apercebe disso ou simplesmente não o admite. Mas sejam bem-vindos ao cérebro feminino: raramente admitimos que fazemos essas coisas dissimuladas.
Não vale a pena ires de encontro á imagem que ela tem do homem perfeito, é uma perda de tempo. Ou e tudo como ela quer, ou esquece. E se não o és, eventualmente vais-te fartar e desgastar por estares a agir de uma maneira que não vai de encontro ao que tu és. Se ela reparar que não és tu o Bruce Willis, ela pode-te esquecer de um dia para o outro, por isso é que dizem que nós esquecemos rápido, ela pode-te fazer trinta por uma linha e culpar-te de tudo, culpar-te de tu não seres perfeito, e tu realmente sentires-te culpado, mesmo sabendo que não tens culpa nenhuma (sim, também temos essa capacidade, ou devo dizer dom?). Irá simplesmente mandar-te sair por a porta por onde entraste e não vai querer saber mais de ti, porque não és perfeito o suficiente para ela, porque lhe fizeste perder tempo (isto se dissimulares as tuas acções é o mais provável). Se ela estiver contigo numa de “enquanto não aparecer o certo, divirto-me com os errados”, fará questão que saibas disso e tu próprio saberás que não te podes apaixonar, porque isso não passa de uma relação carnal.
Nós vingamo-nos de quem nos tenta fazer ou faz mal, e não descansamos enquanto não o fazemos, seja isso fazer mal directamente ou estupidamente espalhar boatos ou coisas do género, mas a verdade é que todas o fazemos. Sei que se muitas mulheres caso leiam isto, vão ficar completamente indignadas, mas é-me igual ao litro.
Por fim, as mulheres são extremamente inseguras não em relação a si próprias, mas às outras. E isto já é um assunto complicado demais para explorar, mas também não me parece que seja preciso um génio para compreender a ideia que ali está exposta.
Um dia destes revelo mais uns segredos sobre este mundo misterioso que é o cérebro feminino. Por agora a única coisa que posso fazer é tornar este blog num consultório da Maria.
1 comentários:
"Por fim, as mulheres são extremamente inseguras não em relação a si próprias mas as outras"
Em primeiro ponto penso que deveria irrigar mais o seu português nomeadamente a incessante repetição da palavra acéfalo.
Achei particularmente interessante aquele pequeno enxerto ali em cima.
Falando sobre psicologia feminina, penso que não será o seu forte, existe dois tipos de mulheres as mulheres seguras de si, gostam de si por dentro e por fora preocupando-se com nobres questões sobre a vida no seu quotidiano e tem as outras que não têm ponta de segurança em si mesmas e na pessoa que são dando-se a uma vida, futilmente falando, bastante hipócrita, preocupando-se com as aparências e vendo nas pessoas um meio dum fim e não fim.
Mulheres seguras de si mesmas não tem razões para ter inveja de quem quer que seja, alias aceitam as suas derrotas tentando fazer melhor da próxima vez porque sabem bem o valor que suportam e felicitam os "vencedores" em situações diversas do dia a dia.
Mulheres inseguras necessitam de alguma forma por os outros num plano inferior para de alguma forma se enaltecerem.
Resumidamente as mulheres seguras são as humildes e as mulheres inseguras são as fúteis.
Tal como os homens nós mulheres somos todas diferentes e o que diz a sabedoria popular sobre homens bem o sabemos que não corresponde a realidade
Já agora o que tem o pingo doce a haver com Amália Rodrigues?
E aqui ficam os pensamentos de um pensante cigarro.
Enviar um comentário