Pois bem, meus amigos, a vida é dura.
Se a vida é dura para uns, também é para outros. Uma das coisas que mais abomino é pessoas que vivem numa constante lamentação com o facto de a vida ser árdua. Então comecemos pelo início: uma das primeiras coisas que apredemos quando nos começamos a ver como indivíduos em sociedade é precisamente a teoria de que a vida é injusta, difícil, e que normalmente o que pode ocorrer de mal, ocorre sempre. Estou errada? Não me parece.
Ora, partindo do princípio que ninguém que aqui anda, dito normal , para de raciocinar e crescer durante a infância, não estou a ver qual é a lógica de se estar constantemente a frisar que a vida é basicamente uma merda. Já que isso funciona para o individuo como uma certeza inabalável. A vida é injusta, e pronto.
Todos trabalhamos, todos estudamos, todos temos família, todos temos amigos e todos temos companheiros. Não há nenhum individuo extraordinário que apenas ele tenha aquele problema, ou que ninguém sabe como se está a sentir. Muito menos existem pessoas que se queixam que trabalham demais. Peço-vos, muito honestamente, para deixar essa grande pilha de merda a que eu chamo de ego, e pensem: quantas mães solteiras mantém dois empregos para sustentar os filhos? Quantos putos de 7 anos estão neste momento a trabalhar não sei quantas horas por dia para poderem comprar um pedaço de pão no fim do dia?
Por isso, parem de ser whinny bitches, drama queens e principalmente attention whores, porque ninguém tem pena. E pior, ninguém quer saber. Façam algo de útil na vida e parem de se queixar. Conformem-se com a realidade, que nem é assim tão má quanto a pintam e deixem, mas deixem por favor de fazer birras de putos de 5 anos.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Donde Vimos? Quem Somos? Para onde vamos?
Paul Gauguin, morreu de sífilis.
Mas a 1887 fez esta obra de arte, que honestamente, o estilo não me diz nada. Mas de não gostar a descartar ainda vai um bocado. Este homem recebeu uma orelha como pedido de desculpas, mas não uma orelha qualquer. A orelha de Van Gogh (literalmente). O Van Gogh cortou a sua própria orelha.
Formas simplificadas e elementares, quase como desenhadas por uma criança compõem este quadro carregado de simbolismo, mistério e portador de uma realidade complexa.
Gauguin confronta as interrogações mais pertinentes da humanidade com uma atmosfera misteriosa povoada de personagens estilizadas e com um acentuado valor icónico.
Á direita, vemos um bebé e três jovens. No centro, Gauguin medita sobre o que somos, e consequentemente o que fazemos. Aqui, estão duas mulheres, falando sobre o destino, um homem parecendo confuso e agressivo, e no meio, um jovem colhendo o fruto da experiência. Uma criança come um fruto, sob o olhar de uma presença remota de um ídolo. Existem mulheres, e animais, com quem partilhamos o mundo.
Na parte final, uma jovem floresce para a adolescência, enquanto que uma velha senhora se prepara para morrer.
Esta obra, é exaltado o valor da cor aplicada em tons vivos e contrastantes, segundo a técnica á plat. As suas figuras estão representadas de uma forma mais primitiva e elementar, marcadas por o mistério e incerteza.
E agora pergunto eu: Donde vimos? Quem somos? Para onde vamos?
sábado, 2 de janeiro de 2010
Natal
Disse que hoje ia postar mas não me apetece, nem sequer me tem apetecido. Deve ser o efeito das férias. O Natal só serve para engordar e falar mal.
Ainda bem que eu não gosto de doces :P
Bom ano para todos
Ainda bem que eu não gosto de doces :P
Bom ano para todos