segunda-feira, 30 de maio de 2011

vai para ali e começa a escrever

mas o que ? não sei, quando te sentares logo vês. wow. olha aí que tás tonta. estás armada ou amarrada? estou armarredatada. huh? Amarrotada. Mas estás bem? sim.



O que é o the other side? eu acho que é uma cena bué esquisita. Vejamos: O que é o outro lado? Perguntem-se, a sério? O que raio significa o outro lado? É o outro lado da vida? É o outro lado, a nível de dimensões? É o outro lado, mas qual lado?
Já foram ao outro lado?
Gostavam de ir ao outro lado?
Será que é como na alice no pais das maravilhas? tem coelhos, cogumelos e tudo é maravilhoso?

Devia ir-me deitar. amanhã tenho aquela cena ás dez da manha. celebraaation. we listen to the music of the king. cerelebraaaaation. nanananaanting.
untz tnz tnz tnz

Hoje não vou escrever pão, e isto não vai sair nada bem. Mas sa foda style.

Depois também temos aquelas pessoas que sofrem o frio nos ossos. Têm roteiros metrológicos nos joelhos. "Ah o tempo vai mudar, vai ficar mais frio porque me está a começar a doer o joelho". Julgam-se profetas.
Pffft.
Pois eu julgo-vos. Não sei porque existe tecnologias e especializações para a área de metrologia. QUE WIN. meTROLogia. Essas pessoas, são, na realidade trolls.

Thanks enough for today.
Oh, okay.
Goodbye now.
Farewell.
That is all.
That is all there is.
That is all there is what?
That is al there is you.
wtf ? -.-

sábado, 28 de maio de 2011

A ciência do sentir

Certo dia, juntaram-se os cientistas mais reconhecidos a nível mundial. Haviam bioquimícos, médicos, físicos, astrónomos, matemáticos, e tudo o que demandava o pensamento científico. Após várias pesquisas em vão, a fim de entender o laço metafisico transcendente de empatia que existe entre dois seres humanos, essa equipa multidisciplinar de génios qualificados pelos mais altos institutos do conhecimento intelectual abandonou a investigação. Chegaram à conclusão que há coisas que não são explicadas pela genética, biologia, física, matemática, ciência, seja o que for. Não o reductionism.



Eu não sou cientista, mas um dia vou conseguir explicar, nem que seja só a ti, numa linguagem que só tu entendes, aquilo que ambos queremos saber. Que nem sabemos bem o que é.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

a spliff at the bitch

Podia ter visto ouro na praia, o que era raro.
Podia ter visto nenúfares na praia, que era estranho.
Podia ter visto dragões na praia, o que era impossível.
Mas o que eu vi naquela praia, foi mais além do que os conceitos de raridade, estranheza e impossibilidade. Eu vi nada mais, nada menos do que: Chungas Homossexuais Católicos. E estavam a fumar porros.

Mas adiante, meu querido, eu adorei a tarde contigo.
Oh querida, eu também. Adoro sempre estar contigo.
Beijinho beijinho beijinho
A sério, eu amo-te.
Eu estava a pensar nisso.
Pénis.
Boobs.
Scoops.




E depois, mais tarde. eis que chegou o momento em que a iniquidade se propagou pelas vias de comunicação virtual da AGORAÉOFUTURO (nome fictício). Era então tempo de iniciar o programa da máquina de lavar roupa para o modo pré-lavagem, onde nem todas as roupas estão presentes a julgamento, e posteriormente, será tudo lavado em modo centrifugação, para retirar bactérias maliciosas dos tecidos.
Paciência de pailhos, é só o que tenho a dizer.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Momento Nacional

Este vai ser o momento de orgulho nacional. O meu momento de patriotismo musical, porque estou farta de ouvir que "não há bandas/artistas portugueses de jeito". Uma coisa é não haver. Outra, completamente diferente, é não haver divulgação.
Esqueçam os Tonis, Michaels, Romanas, Morangadas e afins.
A minha sugestão será. Listen and feel:


Bezegol - Rude Sentido

Pediste, eu não tinha
Mesmo assim eu dei
Só quises-te ouvir
Aquilo que eu não te falei
Não pensei, perdi
Mesmo assim não larguei
Agora estou sem ti mas
na verdade ainda não sei

Deixa-me sentir
Deixa-me acordar os anos que anestesiei
Não quero mais fugir
Da realidade que por ti eu afastei


Tomaste-me o sol
Levas-te-me o tempo
Com bem comprei mal
Pedi o teu templo
O amor que selamos, com lacre de prata
Mais um Dom quixote, que por ti se mata
Agora é que eu vejo quem contigo pára
Trocou o desejo
pela tua lei da bala
Cegaste-lhe a esperança
e sugas seu corpo
O que nasceu certo, vais tu pondo torto

Pediste, eu não tinha
Mesmo assim eu dei
Só quizes-te ouvir
Aquilo que eu não te falei
Não pensei, perdi
Mesmo assim não larguei
Agora estou sem ti mas
na verdade ainda não sei

Deixa-me sentir
Deixa-me acordar os anos que anestesiei
Não quero mais fugir
Da realidade que por ti eu afastei

Deixa-me sentir...


Macacos do Chinês - Saudade



Orelha Negra - A cura



Margarida Pinto - Capitão Romance



Coldfinger ft. MC Ace - A day's work



Praso - Qualquer coisa e um pouco de jazz



Nerve - Lápis de Cera (summertiiiime)



Alcool club - Do vinho


Linda Martini - Amor Combate



Homens da Luta - A luta é alegria (Porque sim, não podia deixar de os referir)


syzygy - Naufrágio



Capicua - Mixtape Dj CruzFader (De volta ao Serviço)



Tara Perdida - Zombies


Censurados - Animais



Kumpania Algazarra - Gipsy Reagge


O'questrada - Se esta rua fosse minha


Xibata feat Toga - Chega de Hipocrisia



http://soundcloud.com/ninja-kore -> gogogogo


Cultivem o ouvido.
Agradecia que partilhassem os vossos motivos de orgulho musical.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Eu, a Iniquidade

iniquidade (qüi)
(latim iniquitas, -atis, desigualdade, excesso, demasia, desvantagem, dificuldade, injustiça)
s. f.
1. Qualidade ou carácter! de iníquo.
2. Grande injustiça.
3. Acto! malvado. = crime, pecado, perversidade

Aposto que ninguém parou durante uns instantes para pensar no porquê deste título para este blog. Porque não é relevante para a vida de ninguém até. E só mais um blog, só mais um título que não interessa a ninguém. Ou será que interessa? Aparentemente interessa a bem mais pessoas do que eu alguma vez imaginava. Não o blog em si, mas sim a palavra iniquidade. Uma iniquidade, como todos sabemos, é uma injustiça. Ora eu sou a iniquidade. Ou será que a condeno?
Segundo o que sei sobre mim, de fontes que nem sequer eu sei quem são, eu só faço maluquices. Que nem sei o que alguém poderá ter desejado insinuar com isso. Não sei se é bom, mau, interessante, desinteressante, útil, inútil. Não sei. Porque é uma palavra semanticamente vazia que não tem qualquer tipo de significado concreto. Além disso, eu cá não sou de me focar nas opiniões dos outros, ainda para mais quando me falam de outras pessoas. Nem vou entrar pelo lado pragmático da coisa, que é: o que é que se ganha em falar de x a y, porque a meu ver não há nenhum ganho ao criar essa situação, mas sim uma perda: perda de pensamento crítico. Ganhamos inteligência na base do senso comum, mas ... É senso comum. E como estou sempre a dizer: o senso comum não tem qualquer tipo de verificação científica. Logo, não podemos aceitar prontamente os argumentos dos outros como factos. Há que explorar a questão, analisar, estudar, perceber, questionar. E depois sim, formar uma opinião com base na NOSSA experiência e se for preciso, voltar a reformular a mesma conclusão. Porque só assim é que andamos p'ra frente. (Não é pa esquerda, nem pá direita, nem po centro, É para cima, pá frente)

Descobri também que estou a ser vítima de plágio.
Agora não sei se será bom. Vejamos:
1 - Estou realmente a conseguir captar o pensamento de alguém.
2 - É simplesmente monkey-see monkey-do.
Seja como for, não me vou alongar. É só mesmo para ficar aqui registado, e quiçá a carapuça servir.

Hoje apetecia-me entrar em directo na televisão nacional, em horário nobre e dizer:
- Estimo que se fodam.
Sair.
Mediashutdown.

Depois era a parte em que se começava a revolução.


"querias ser um rapstar, vais acabar na repsol"
 

Sample Text