(latim iniquitas, -atis, desigualdade, excesso, demasia, desvantagem, dificuldade, injustiça)
s. f.
1. Qualidade ou carácter! de iníquo.
2. Grande injustiça.
3. Acto! malvado. = crime, pecado, perversidade
Aposto que ninguém parou durante uns instantes para pensar no porquê deste título para este blog. Porque não é relevante para a vida de ninguém até. E só mais um blog, só mais um título que não interessa a ninguém. Ou será que interessa? Aparentemente interessa a bem mais pessoas do que eu alguma vez imaginava. Não o blog em si, mas sim a palavra iniquidade. Uma iniquidade, como todos sabemos, é uma injustiça. Ora eu sou a iniquidade. Ou será que a condeno?
Segundo o que sei sobre mim, de fontes que nem sequer eu sei quem são, eu só faço maluquices. Que nem sei o que alguém poderá ter desejado insinuar com isso. Não sei se é bom, mau, interessante, desinteressante, útil, inútil. Não sei. Porque é uma palavra semanticamente vazia que não tem qualquer tipo de significado concreto. Além disso, eu cá não sou de me focar nas opiniões dos outros, ainda para mais quando me falam de outras pessoas. Nem vou entrar pelo lado pragmático da coisa, que é: o que é que se ganha em falar de x a y, porque a meu ver não há nenhum ganho ao criar essa situação, mas sim uma perda: perda de pensamento crítico. Ganhamos inteligência na base do senso comum, mas ... É senso comum. E como estou sempre a dizer: o senso comum não tem qualquer tipo de verificação científica. Logo, não podemos aceitar prontamente os argumentos dos outros como factos. Há que explorar a questão, analisar, estudar, perceber, questionar. E depois sim, formar uma opinião com base na NOSSA experiência e se for preciso, voltar a reformular a mesma conclusão. Porque só assim é que andamos p'ra frente. (Não é pa esquerda, nem pá direita, nem po centro, É para cima, pá frente)
Descobri também que estou a ser vítima de plágio.
Agora não sei se será bom. Vejamos:
1 - Estou realmente a conseguir captar o pensamento de alguém.
2 - É simplesmente monkey-see monkey-do.
Seja como for, não me vou alongar. É só mesmo para ficar aqui registado, e quiçá a carapuça servir.
Hoje apetecia-me entrar em directo na televisão nacional, em horário nobre e dizer:
- Estimo que se fodam.
Sair.
Mediashutdown.
Depois era a parte em que se começava a revolução.
"querias ser um rapstar, vais acabar na repsol"
Aposto que ninguém parou durante uns instantes para pensar no porquê deste título para este blog. Porque não é relevante para a vida de ninguém até. E só mais um blog, só mais um título que não interessa a ninguém. Ou será que interessa? Aparentemente interessa a bem mais pessoas do que eu alguma vez imaginava. Não o blog em si, mas sim a palavra iniquidade. Uma iniquidade, como todos sabemos, é uma injustiça. Ora eu sou a iniquidade. Ou será que a condeno?
Segundo o que sei sobre mim, de fontes que nem sequer eu sei quem são, eu só faço maluquices. Que nem sei o que alguém poderá ter desejado insinuar com isso. Não sei se é bom, mau, interessante, desinteressante, útil, inútil. Não sei. Porque é uma palavra semanticamente vazia que não tem qualquer tipo de significado concreto. Além disso, eu cá não sou de me focar nas opiniões dos outros, ainda para mais quando me falam de outras pessoas. Nem vou entrar pelo lado pragmático da coisa, que é: o que é que se ganha em falar de x a y, porque a meu ver não há nenhum ganho ao criar essa situação, mas sim uma perda: perda de pensamento crítico. Ganhamos inteligência na base do senso comum, mas ... É senso comum. E como estou sempre a dizer: o senso comum não tem qualquer tipo de verificação científica. Logo, não podemos aceitar prontamente os argumentos dos outros como factos. Há que explorar a questão, analisar, estudar, perceber, questionar. E depois sim, formar uma opinião com base na NOSSA experiência e se for preciso, voltar a reformular a mesma conclusão. Porque só assim é que andamos p'ra frente. (Não é pa esquerda, nem pá direita, nem po centro, É para cima, pá frente)
Descobri também que estou a ser vítima de plágio.
Agora não sei se será bom. Vejamos:
1 - Estou realmente a conseguir captar o pensamento de alguém.
2 - É simplesmente monkey-see monkey-do.
Seja como for, não me vou alongar. É só mesmo para ficar aqui registado, e quiçá a carapuça servir.
Hoje apetecia-me entrar em directo na televisão nacional, em horário nobre e dizer:
- Estimo que se fodam.
Sair.
Mediashutdown.
Depois era a parte em que se começava a revolução.
"querias ser um rapstar, vais acabar na repsol"
0 comentários:
Enviar um comentário