
Primeiro, O ANUNCIO DO PINGO DOCE, dá-me volta á cabeça, com aquela voz estridente e pelo facto de TODO o anúncio ser uma lavagem cerebral autêntica. Desde o pormenor de não se esquecerem de um distrito, á multiculturalidade, passando por o “venha cá” e as pessoas a fazerem este gesto, o aspecto bom demais dos legumes, e toda a “nacionalização” da merda do Pingo Doce, que por acaso até adoro comprar lá. Os produtos de marca branca são bem bons. Mas eles fazem ali um esquema que é do tipo: SE É PORTUGUÊS COMPRE NO PINGO DOCE.
Falando em Português, e no frenesim Amália Hoje. Que merda vem a ser esta? Em primeiro lugar, em qualquer dicionário Português, as palavras Amália e Fado são sinónimas. Então agora comercializamos o que há mais de lusitano e tradicional em nós? Epá, choca-me sujarem e banalizarem um nome como Amália Rodrigues e fazer do fado, que É O NOSSO FADO, só Português, só nosso, uma futilidade? Mas não, os Amália Hoje são bons pah. Agora vejo aí toda a gente a cantar “Amália”, ou a pensar que a música é deles e é um tributo á grande Deusa do Fado, ou simplesmente dizem que cantam Amália mas cantam com uma entoação pop, o que é um ultraje para qualquer apreciador de fado.
Mas pronto, não liguei. AGORA LEIO NUMA ENTREVISTA QUE A CABRITA DOS THE GIFT NÃO GOSTA DE FADO!!!!???? Quer dizer, o quê?? Não gostas de fado, estás num projecto que está a tentar enaltecer a voz que melhor cantou o fado até hoje porquê? A sério, não gostavas ao menos não dizias minha acéfala de merda. Vocês não são bons, são do mais mainstream e overrated que pode haver. Tu, gaja dos the gift, fecha-te mas é no mosteiro de Alcobaça e nunca mais saias daí. Com a Ana Moura, Teresa Salgueiro, Kátia Guerreiro, metem-me esta a representar Amália. UM ULTRAJE, I TELL YOU.
1 comentários:
1000 PONTOS PRÓ PAÍS DE GALES!!!!!!!!! Desconhecia muitos destes factos mas epah, ela não gosta de Fado... Santissima... Eu nunca gostei dessa senhora, agora então, esquece. Em todo o Amália Hoje gosto mesmo muito de uma unica música, a que é catada pelo Fernando Ribeiro, Grito.
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