She had something to confess to
But you don't have the time so
Look the other way
You will wait until it's over
To reveal what you'd never shown her
Too little much too late
Too long trying to resist it
You've just gone and missed it
It's escaped your world
(...)
But you don't have the time so
Look the other way
You will wait until it's over
To reveal what you'd never shown her
Too little much too late
Too long trying to resist it
You've just gone and missed it
It's escaped your world
(...)
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Mood: Revolta
Cada vez me sinto mais revoltada com as escolhas que quem está acima de nós e nos condiciona a liberdade e a justiça faz. Estou a começar a ficar seriamente preocupada com o futuro da minha geração e de outras, com o rumo que o mundo está a ter, tudo se move em torno do capital e do bem parecer.
Dá-me voltas ao estômago saber que uma pessoa com mais de 23 anos pode entrar para o ensino superior apenas com um exame de cultura geral. É estranho, a partir do momento que para os outros é um requisito mínimo. Ora porque é que tal injustiça se passa no nosso país?
A classe média é a maior no nosso pais. Hoje em dia, muitos pais conseguem ter a capacidade de por os filhos a estudar nas faculdades, e como é obvio, fazem exames e o 12º ano de escolaridade para entrarem nestas instituições.
Ora a entrada para a faculdade com os maiores de 23 não me faz confusão alguma ao saber que fazem apenas um teste de cultura geral, mas é ridículo saber que podem entrar sem o 12º ano acabado. O problema no nosso pais, é que as faculdades (falo do estado, porque no ensino privado pode ser diferente) começam a ver o capital a aumentar, dinheiro a entrar com cada pessoa que se matricula e paga as propinas, e só têm a ganhar com isso.
Claro,depois ás vezes formam-se licenciados que não têm o mínimo de capacidade para trabalhar na área que escolheram.
Depois há reportagens na TVI sobre uma licenciada de 30 anos que trabalha na caixa do modelo. E a culpa nem sequer é da pessoa que entregou (literalmente) o dinheiro ao estado, mas sim do proprio estado e das faculdades, que têm certas regras que deviam ser reformuladas. Deveria haver mais exigência, sobriedade, menos ganância.
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Como tive duas horas a discutir a palavra liberdade, cada vez chego mais à conclusão que a liberdade vem sempre condicionada. Se escolhermos ser livres, podemos estar a ser sempre condicionados a algo. É correr um risco, por vezes, escolher ser livre, dizer o que quer, fazer o que quer, porque pode não ser aceite bem por quem nos rodeia, pela sociedade, e ao tomarmos a decisão de ser livres, podemos acabar por nos tornar o ser mais aprisionado de sempre.
Porque isto é tudo material, não é efémero. As pessoas são como cães. Têm os donos e obedecem cegamente ás suas ordens, pois é o dono que lhes dá comida. A única diferença entre este grupo de pessoas consumistas e materialistas e os cães é que os donos dos cães dão-lhes afecto, algo emotivo. As grandes empresas, governos, lideres, etc. apenas dão ás massas o máximo facilitismo possível, tudo o que querem e não aquilo que realmente precisam
E tenho pena de maior parte das pessoas não perceber que ás vezes ao descobrirem que não podem ter o que querem, encontram o que é preciso.
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