Deu-se o culminar de tudo.
Quando me deixei levar pelo resto que sobrava do tudo, voltei a encontrar tudo aquilo que tinha perdido.
Não deixei nada para trás que não me tivesse sido tudo. Mas agora esse tudo não me é nada.
A distância e a ausência faz-nos bem. Abstraí-nos de nós próprios e desprende-nos do Ego que nos comanda.
Não sei bem explicar como, mas simplesmente encontrei aquilo em mim aquilo que há muito procurava: Eu(s).
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