drunk.
perdido nigga.
kakue.
perdido no mato sou orientado mantendo o olfacto apurado. cheira-me a algo. barulhos daqui, barulhos dali, são estranhos em direcção a mim. deve ser uma bússola ou um passarinho, ah não é uma tribo de índios. duas horas de andamento chegamos ao acampamento, adopataram-me, puseram-me o nome de kakaue, deram-me um cachimbo da paz e um djambé. já tou cá há um dia apresenta-me uma índia, há horas de prazer em cima duma porca, com o cú na boca, a carne a vir boa em direcção ao meu irmão, temos que fazer uma plantação de marijuana ou então plantar uva e esperar pela chuva. ele abana a cabeça em forma de sim, sorri para mim, um ano depois tudo feito, ganza e vinho, perfeito. pus teus velhos a tocar o congo, ele já tinha um cachimbo, ensinei-lhe o que era um bongo, imagina as indías com a tala, saltavam pra cima do montanaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. não preciso de mais nada, tenho erva cona e tala, como se tivesse num paraíso, só que ainda vivo, tou perdido no meio do mato com cara de parvo, chapéu para trás e um charro de cabra. acende a fogueira, sua suja, strip tease á maluca, roça-te no ferro até ficares com a tusa, vinho e erva na mesa, ela tem mais cabelos debaixo do braço do que na própria cabeça, montana criado sem respeito sem afecto, sem jantar, sem almoço, e um tecto, habituado ao nada, por isso é que me sinto em casa, numa cabana sem colchão, luz e água, só com fumo, bebida e crica, plantas de erva a crescerem da sanita. ah tananana kakaue.
perdido nigga.
kakue.
perdido no mato sou orientado mantendo o olfacto apurado. cheira-me a algo. barulhos daqui, barulhos dali, são estranhos em direcção a mim. deve ser uma bússola ou um passarinho, ah não é uma tribo de índios. duas horas de andamento chegamos ao acampamento, adopataram-me, puseram-me o nome de kakaue, deram-me um cachimbo da paz e um djambé. já tou cá há um dia apresenta-me uma índia, há horas de prazer em cima duma porca, com o cú na boca, a carne a vir boa em direcção ao meu irmão, temos que fazer uma plantação de marijuana ou então plantar uva e esperar pela chuva. ele abana a cabeça em forma de sim, sorri para mim, um ano depois tudo feito, ganza e vinho, perfeito. pus teus velhos a tocar o congo, ele já tinha um cachimbo, ensinei-lhe o que era um bongo, imagina as indías com a tala, saltavam pra cima do montanaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. não preciso de mais nada, tenho erva cona e tala, como se tivesse num paraíso, só que ainda vivo, tou perdido no meio do mato com cara de parvo, chapéu para trás e um charro de cabra. acende a fogueira, sua suja, strip tease á maluca, roça-te no ferro até ficares com a tusa, vinho e erva na mesa, ela tem mais cabelos debaixo do braço do que na própria cabeça, montana criado sem respeito sem afecto, sem jantar, sem almoço, e um tecto, habituado ao nada, por isso é que me sinto em casa, numa cabana sem colchão, luz e água, só com fumo, bebida e crica, plantas de erva a crescerem da sanita. ah tananana kakaue.
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