É como se fosse a percepção de um pequeno cristal, formada por suaves e turvos brilhos em tons de azul do céu.
E vazios, lembram-se do que outrora terão sido: Pedaços de um mineral, sujo e mal formado. Terão sido retirados do seu lar, escuro e pouco húmido para entrarem num mundo onde o glamour e superficialidade são palavras de ordem.
Ninguém ousa contestar o poder do cristal.
Porém, todos olham na direcção contrária aquando embrulhados na magnificência do cristal.
Não é o poder que lhe conferimos enquanto objecto, inútil, mas bonito.
É a transcendência conferida pelo seu carácter natural, a pureza e limpidez.
i.crystal
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