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Todos os dias me questiono. Hoje as minhas questões são fáceis de responder.
Será a palavra amor algo inventado e formado pela sociedade, para parecer bem... Como parece bem termos um carro novo e bonito, uma casa, ou um simples corte de cabelo? Será a expressão destino algo tão vazio como acreditar em Deus? O Destino, tal como a religião serve como uma droga, para as pessoas verem algo de bom, algo que as mova, algo que não seja tão banal e ruim como o resto mundo.
O Destino e o amor servem para vender filmes, livros, prendas, mais nada. Serve para coisas fúteis, serve para alguém ter algo em que se agarrar quando a vida lhes corre mal.
Parece-me um bocado standart haver uma cara-metade, uma tal pessoa que mexe de uma forma que ninguém mexe connosco. A sociedade vive obcecada por esses termos, que na realidade, não passam de coisas ocas.
E a partir de hoje, ponho isso em causa. O destino e o amor formam-se através de circunstancias e coincidências entre duas pessoas.
Ou então estou errada, e alguém algum dia me vai provar isso.
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