Em pleno mês de Agosto, o jovem Deus Ivo, portador de toda a sapiência erudita, eleva a mente de dois jovens, João Mirada e José Machado, a escreverem pequenas odisseias sobre a sua tamanha grandiosidade, relatando episódios épicos que demonstram as suas visões proféticas:
José Machado:
Certo dia, um grupo de amigos, todos felizes e contentes, decidiram ir á Suécia, com o propósito de assistir á reprodução de Antilopes. O grupo, que era constituido por Machado, Ana, Ricardo Jorge, Toy, Garcia e Namorada, Miranda e Besuntas, assistiram a este fenómeno da natureza com todo o explendor e emoção.
Pasmado, Besuntas exclama: "Oh, que bonito que é!". Todo o grupo concordou.
Inesperadamente, o céu tornou-se num imenso mar de escuridão. Trovões e arco-íris invadiam os céus. Pasmado, Besuntas exclama: "Oh, que horror!". Todo o grupo concordou.
No meio desta imensa escuridão, um raio de luz penetrou. Um corpo começou a surgir diante dos olhos dos agora infelizes e descontentes. Essa luz começou a ganhar forma. Era o Deus Ivo.
Portentor de sua única e omnipotente sapiência, com o seu impiedoso dedo indicador, apontou para Besuntas. O pânico estava instalado. Nisto, Deus Ivo exclamou: "Ele na, ele na é católico.". Todo o grupo concordou.
Besuntas, ofendido com tal acusação, foge e rouba o carro do Machado. Nisto, Besuntas grita, vitoriosamente: "Chupa-mos!". Ironia do destino. O carro fica sem combustivel, após 5 metros andados. Besuntas falece de vergonha.
João Miranda:
O céu abandona todos os tons azulados para abraçar tonalidades negras. Os ventos tornam-se fortes. Violentos até. O seu assobio é o suficiente para arrepiar cada alma viva que presencia este momento. Raios cobrem os céus, já totalmente negros. E então... e então tudo pára. Surge um vulto, nu, deslizando levemente desde os céus até à terra, tendo como únicos vestimentos uma tanga elástica que une a parte genital até aos ombros, de um amarelo florescente que radia mais luz do que qualquer outro objecto naquele momento. È o Deus Ivo, e nenhum dos presentes duvida disso.
Raios são reflectidos das suas unhas até aos céus, o seu cabelo dança agressivamente ao sabor do vento, e a sua expressão... era suficiente para fazer qualquer um dos presentes ver a sua vida passar diante os seus olhos. Ivo cai elegantemente sobre a terra. Silêncio agonizante. Todos o observam, ninguém ousa quebrar o silêncio nem com a respiração. E é então, que Deus Ivo levanta o seu rosto, e olhando para os terrestre, proclama numa voz abismal:
- Quem manda aqui sou eu foda-se!! Tá-se bem...
O que acontece de seguida é quase indescritível. O vento torna-se morbidamente violento, destruindo tudo aquilo em que Deus Ivo coloca o olhar. Árvores são arrancadas. Surgem rachas nas estradas. As casas caiem como se fossem meros castelos de cartas. E a Divindade grita "Venham até mim bestas da nieve!!". Deus Ivo agacha-se, fazendo ranger a sua tanga elástica. Coloca as mãos a alguns centímetros do chão, e começam a surgir partículas brancas. Começam a ganhar forma, e do nada, surgem duas ovelhas brancas, de aspecto aterrador. Ivo acaricia a barriga das bestas que acabou de invocar, e elas gemem de prazer. Deus Ivo começa a avançar contra a multidão que foge aterrorizada, ou que se encontra imóvel no chão. È indubitável aquilo que Ivo está a fazer: Ele procura os infiéis.
Aponta para um homem com uma perna recentemente arrancada pelas forças divinas, que grita de dor no chão. Estende o braço, apontando o dedo contra o homem, e profere "Ele nã, ele não é católico." As bestas em forma de ovelha correm rosnando em direcção ao pobre homem, e devoram-no em segundos.
Assim começa o reinado de Deus Ivo!
1 comentários:
Joao, nao queres ir fazer as frequências por mim? É que escreves bem melhor q eu! xD
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